19.2.09

Sem lei e sem ordem


Quanto mais eu leio sobre o caso da pernambucana que mora na Suíça e ninguém sabe se foi atacada por neonazistas ou se é uma perturbada que se automutilou e inventou uma gravidez de gemêas, mais eu acho que estou vendo um caso de Law&Order: Special Victims Unit. Os episódios dessa série são todos assim: um caso barra pesada que aos 20 minutos parece que já foi resolvido, mas como cada capítulo dura 1 hora, já sabemos que haverá uma reviravolta e que nada na verdade é o que pareceu à primeira vista.
Consigo imaginar perfeitamente a detetive Benson conversando com Paula, tentando fazer com que ela se abra, primeiro para "evitar que outras mulheres passem pelo que você passou" (uma frase clássica do programa), depois encaminhando a moça para o psicólogo oriental da unidade, o dr. Wong, ou Wang (porque hoje em dia qualquer série é de uma diversidade étnico-cultural incrível), para avaliar a sanidade mental da criatura, enquanto o detetive Stabler sai em busca do namorado suíço desaparecido, o personagem mais enigmático de toda essa história, segundo M., que veio aqui em casa ontem à noite comer sushi e beber Stella Artois (em promoção no Zona Sul), e que não se conforma com o fato de ninguém da imprensa ter ainda localizado esse sujeito e conseguido um depoimento dele.

E aliás, Helê, quando é que começa a nova temporada de Brothers & Sisters?!

5 comentários:

Marcus disse...

A comparação é perfeita! Vejo sempre essa série no SBT, e consegui visualizar perfeitamente as cenas que você descreveu.

Bem, na história suíça ainda falta um SEGUNDO twist, que um só é pouco para um típico episódio da série...

Helê disse...

Ai, Ana, eu suspeito que seja só em abril! Quando descobrir, te conto. E eu não consigo baixar na internet, parece que estou trapaceando (!). Eu sou mesmo uma pessoa do século passado, descontados os gadgets...
Bom carnaval e beijo.

Anônimo disse...

Também quero saber sobre os brothers, hoje é a série que eu mais curto, além de dirty sexy money.
beijos,
clara

Isabella disse...

Exatamente. Marido que apareceu por aqui e leu o post tambem concorda contigo.

Nos dois apelidamos a questao da diversidade étnico-cultural de "bicho parmalatte". Lembra da propaganda do leite em que cada crianca era de uma etnia diferente? Entao... (nossa, nunca tinha comentado sobre isso com ninguem, ai que silly)

anna v. disse...

Marcus, é verdade, tem sempre 2 twists. E a história já morreu agora que chegou o carnaval, né? Pelo menos tá parecendo.
Helê, também não consigo essa coisa de baixar episódios. Porque, honestamente, tenho mais o que fazer, né não?
Clara, qual é Dirty Sexy Money? Não conheço. Passa em que canal?
Isabella, silly nada. É isso mesmo, toda série é assim. E a síndrome do bicho-parmalat tem muita cara de nome de conceito antropológico...