5.6.07

Um giro pelo mundo do grande capital


E eu, crente que estava abafando, contando para a minha mãe que na véspera eu tinha ido a uma festa no Copacabana Palace, e que tudo era muito isso e muito aquilo, me achando chique no último e talz, e ela me diz simplesmente que: na mesma noite, ela tinha ido a uma festa de casamento na Confeitaria Colombo do Centro (que, vejam aí no link, tem mais de cem anos) em que a noiva simplesmente tinha chegado de carruagem puxada por cavalos brancos.

(Parênteses para explicar que a Colombo fica na rua Gonçalves Dias, que é na parte antiga do Centro do Rio, portanto uma rua estreitinha e, se não me engano, de paralelepípedos. Eu não consigo nem começar a imaginar o tamanho do transtorno de fechar a rua para passar uma carruagem.)

Sim, ela viu a chegada da noiva de um telão que tinha lá dentro. E nesse mesmo telão tinha aqueles filmes com historinha da vida do casal. E lá pelas tantas, depois do filminho, anunciou-se que no convite do casamento (que era na verdade um livrinho) havia uma mensagem cifrada, que poderia ser decifrada com as informações obtidas no filminho. E que a primeira pessoa que descobrisse a mensagem... ganhava uma passagem com acompanhante para Paris.

Seu motorista (ou seu cocheiro, mais apropriado), por favor pare, que eu quero descer.

2 comentários:

B. disse...

Ai, q coisa linda! Menina, eu jamais imaginaria que algum dia poderia haver um casamento na Confeitaria Colombo! Mas q coisa chique, meu deus. Agora, realmente, eu não consegui visualizar como uma carruagem conseguiu passar ali. Um dia desses eu vi passar um carro-forte, e foi um senhor sacrifício (td bem que nesse caso as barraquinhas de camelô colaboraram mais ainda pra dificuldade de locomoção). Mas, olha, que casamento de conto de fadas esse, viu? Fiquei tão impressionada que até escrevi demais no comentário! hahaha

Alena disse...

Eu quero estes amigos da tua mãe. kkkkk

Principalmente por causad o brinde. Mulher que é mulher acha casamento uma besteira romãntica, mas romântica...