24.10.06

Lost na estação Finlândia

Ontem, sem motivo aparente, sem mais nem por quê, resolvi ver TV à noite e vi um capítulo de Lost. Pela primeira vez.
Achei um saco, não entendi porra nenhuma, e nem fiquei com a menor vontade de entender.

Hoje, sem motivo aparente, sem mais nem por quê, recebi pelo correio a nova edição, pocket, de Rumo à estação Finlândia, do Edmund Wilson (que foi o primeiro livro publicado pela Cia. das Letras, que agora completa 20 anos e relança o título).

Ótimo. Um problema a menos. Eu adoro quando as escolhas se fazem sozinhas.

3 comentários:

luizgusmao disse...

hahah... sabe q tive a mesma sensação? não consigo assistir a mais d cinco min daquilo. em compensação acompanho 'huff', me divirto com 'monk' [!] e sempre me surpreendo com as doenças abusurdas q o dr house consegue descobrir como se um sam spade da medicina - pura ação, nenhuma compaixão.

não sabia q lançaram o wilson em versão de bolso - obrigado pela notíca.

e parabéns! vc acaba d me dar a definição q queria para o meu dicionário poético d hj:

"surpresa. s.f. qdo as escolhas se fazem sozinhas".

bom trabalho. vou plagiar descaradamente, viu?

Inagaki disse...

O problema de "Lost" é ser um seriado que precisa ser acompanhado como uma novela. Se pegar a trama no meio, será difícil de entender alguma coisa. Em tempo: obrigado pela força no The BOBs. E, hey, até quando o seu blog estará "em fase de testes"? :) Um beijabraço!

anna v. disse...

Luiz, eu acho que estou imune a todas essas séries. Acho todas igualmente chatas. Enfim. Não é que eu queira me esforçar para gostar delas. Não mesmo.

Ina: tem razão, mudei o fase de testes. Já tinha até esquecido isso. Valeu.
Bjs