19.10.06

Santo, santo, santo


Inspirada por Carrie, a estranha , eis um post sobre Rodrigo Santoro. Porque desde que ultrapassei a barreira dos 13 anos de idade e parei de colecionar fotos do Tom Cruise e do Rob Lowe na agenda, acho que só o Santoro me fez, assim, como dizer, tremer nas bases. Claro, mil homens lindos por aí, outros tantos não tão lindos mas charmosos, mas assim juntando tudo e um pouco mais, só ele. Tipo, uma vez comprei uma revista Vogue só porque tinha um ensaio fotográfico com ele. E gente, eu não costumo fazer isso, juro. Tenho apreço suficiente ao meu suado dinheirinho para ficar comprando essas revistas tão caras quanto inúteis.
Então tenho uma história para contar, sobre ele, que se passou com minha querida amiga B., alguns anos atrás.
B. morou nos EUA durante anos, e quando voltou, antes de arranjar um emprego, fez uns bicos dando aula particular de inglês. Um dia ligou para ela uma moça, por indicação de sei-lá-quem, para tratar de aula de inglês. Combinaram preços, horários, objetivos. Só no fim da conversa B. entendeu que as aulas não seriam para a moça, e sim para "um jovem ator" para quem ela trabalhava. "Ah, tá. E qual o nome dele?", perguntou. "Rodrigo. Rodrigo Santoro. Você conhece, não?". B. nunca tinha ouvido falar. "Er, sabe como é, passei muitos anos morando nos EUA, estou um pouco por fora...". A outra ficou meio sem graça, mas ficaram assim combinadas. B. desligou o telefone e perguntou para suas duas irmãs mais novas, que estavam em casa, se já tinham ouvido falar de um tal Rodrigo Santoro. Aaaaaaaaaaahhhhhhh!!!!!! foi a resposta. (E as aulas duraram algum tempo, e ela adorou o Santoro, diz que ele é uma simpatia, um doce, um simples, um fofo, tudo, tudo, tudo de bom!)

Âp-deite: Leila diz que no episódio de estréia ele aparece "só no finalzinho, por uns três segundos, com uma cara de panaca, perguntando Who is "they"?, com forte sotaque brasileiro." Vamos lá, o sotaque é parte da interpretação, né? Otherwise, B. vai ficar ar-ra-sa-da.

4 comentários:

Jussara disse...

Olá Anna. Leio seu blog há algum tempo(cheguei pq vi um comentário seu no blog da Ella),gosto bastante, mas acho que nunca comentei.Hj resolvi escrever só pra falar dessa implicãncia com brasileiros que falam inglês(geralmente), com sotaque... acho que se a pessoa não mora há um bom tempo no país estrangeiro,não tem mesmo como perder o sotaque, e não vejo mal nenhum nisso, afinal é o sotaque da língua-mãe. Por que ninguém fala nada dos milhares de italianos, americanos, ingleses, espanhóis, franceses e etc., que moram no Brasil há décadas, mas nunca perdem o sotaque horroroso deles?sim, pq falar português com sotaque seja lá qual for, soa horroroso para os meus ouvidos, e ainda assim, geralmente eles falam errado, não aprendem nunca a gramática. Vi uma entrevista do Rodrigo no You tube e achei que ele fala um ótimo inglês, e nem reparei se tem sotaque;acho que isso é o de menos. E olha que nem sou fã dele,nem escrevi para defendê-lo,mas pq acho essa história de brasileiro não poder falar com sotaque, descabida. Pegam no pé da Sonia Braga até hj pq ela fala com sotaque, mas e daí?os franceses, por exemplo, falam inglês com um forte e horroroso sotaque, muitas vezes com a acentuação errada,e tb nunca vi nem ouvi ninguém falar nada. Enfim, é só o que eu penso.

Abs.

anna v. disse...

Jussara, eu nunca tinha pensado nesse assunto sob este prisma. E olha, você está certíssima.

Carrie, a Estranha disse...

Bom, o q posso comentar q já não tenha dito? Eu penso assim, tb.

Qto ao sotaque, sem querer defendê-lo, acho q é proposital. ele fala ingles muuito bem. Mas tb temos q levar em conta q brasileiros nunca vão falar ingles como americanos e ingleses a não ser q morem anos lá fora - e olhe lá.

Bjs

Surya disse...

Eu concordo com a Jussara, mil vezes quem fala com sotaque brasileiro do que os que forçam sotaque norte-am (primeiro eu achava que usava isso para justificar meu próprio sotaque que não vai embora de jeito nenhum, mas depois de ter contato com gente de vários lugares numa escola de ingles nos eua, eu acho que o charme é cada um manter seu sotaque. ai, que comentário idiota, vou ali acabar de ler poliana e volto já).